sábado, 17 de março de 2012

Modelos de plano de aula

Pesquisei em outros blogs alguns planos de aula,para ajudar a mim e minhas amigas(o) do curso normal Magistério Educação Infantil.Espero ter ajudado!!!
Não são de minha autoria mas aqui eu deixo os devidos créditos!Obrigada.
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Amarelinha do Movimento

Idade: 5 anos

Número de crianças: 2 crianças

Espaço: pátio da escola

Material:
Giz
Dado

Objetivos:
Desenvolver os movimentos de grande motricidade (correr, pular, saltar e equilibrar) e também o raciocínio, leitura e números.

Desenvolvimento da atividade:
A professora com um giz desenha no chão a amarelinha do movimento com as dicas. Uma das crianças joga o dado e começa o jogo. Elas iram saltar, pular, correr e equilibrar-se de acordo com as dicas lidas pela professora. Vence quem chegar ao número 10.

Atividade pesquisada pelas alunas: Alda, Lídia, Josane e Marluce
Curso de Pedagogia Fesp/UEMG


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Colagem com elementos da natureza

Conteúdo
Colagem

Introdução
O olhar investigativo da criança é valorizado nesta proposta que parte da coleta de elementos da natureza que constituirão a colagem.

Objetivos
- Observar os elementos da natureza
- Explorar os elementos da natureza constituindo uma colagem
- Fazer colagem

Conteúdos
Colagem
Pesquisa de materiais

Ano
2 e 3 anos

Tempo estimado
Cinco atividades de vinte minutos cada.

Material necessário
1 tubo de cola branca de 500 gr
Bandeja de isopor ou plástico
Rolinho de espuma
Pincel
Elementos da natureza: folhas, grãos, sementes, casca de árvore, flores, areia, terra...
Colher
Papelão

Desenvolvimento das atividades

1ª. atividade
Em roda, contar para as crianças que farão um trabalho de colagem, mas que antes terão que coletar o material no parque e na cozinha. Contar quais são os materiais, mostrar algumas folhas, observando a forma, cor, textura, falar, também, do pó de café. Ir com as crianças até a cozinha para pedir a cozinheira que separe borra de café. Andar com as crianças pelo parque colhendo folhas, grãos, sementes, flores, casca de árvore, areia, terra...guardar em baldes.

2ª. atividade Em roda, espalhar o que coletaram sobre uma toalha plástica e organizar os materiais nas bandejas com as crianças.

3ª. atividade Em roda, lembrar as crianças para pedirem a borra de café para a cozinheira, combinar o que terão que falar; ir com elas até a cozinha e ajudá-las a pedir a borra de café. Em roda, propor que as crianças manuseiem a borra de café; conversar sobre a questão da umidade e contar que precisam deixá-la seca. Perguntar como poderão fazer para secar. Ouvir as sugestões e acatar o que for possível. Se não houver sugestões cabíveis, proponha que espalhem a borra de café em bandejas e deixe-as secar ao sol, para tanto, forre o chão com toalha plástica ou jornal, separe a borra de café em potes e distribua colheres e bandejas para que as crianças possam espalhar a borra do café nas bandejas.

4ª. atividade Em roda, combinar com as crianças que farão a colagem dos materiais coletados. Mostrar a elas que primeiro terão que passar cola com rolinho de espuma e depois colarão os materiais. Propor uma colagem coletiva, em que cada criança faça uma parte. O professor não deve fazer, para que assim o produto seja das crianças e para que este não seja um modelo a ser seguido. Forrar o chão com jornal e colocar em fila os materiais, as crianças sentarão de um lado e do outro das bandejas e entremeando algumas das bandejas coloque uma com cola, juntamente com os rolinhos e os pincéis. Distribua um papelão para cada criança. Acompanhe o trabalho das crianças, observando se estão passando cola antes de colocar os materiais, se há pouca cola ou se estão pondo muitos elementos sobrepostos sem por mais cola. As folhas e flores secas podem ser trituradas com as mãos. Valorize a exploração dos materiais, as soluções encontradas individualmente. Haverá produtos que se parecem mais com pintura, por exemplo, os que tenham mais exploração do pó de café e de terra. Deixe secar.

5ª. atividade Expor as colagens em lugar acessível às crianças e aos pais, converse com os pequenos, apreciando o resultado, valorizando a combinação de cor, de elementos, de exploração dos materiais. Dê um título à exposição e coloque o nome de cada criança junto ao seu produto. Se possível conte aos pais como foi realizado o trabalho, pode haver, também, um pequeno texto contando o processo. Avaliação A avaliação é processual, o professor acompanha a participação das crianças, incentivando-as individualmente. O momento da apreciação da exposição traz indícios da exploração e contribui para a apuração do olhar de todos os envolvidos.

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Criação com desafio

Conteúdo
Desenho

Objetivos
Desenhar de acordo com diferentes estímulos sensoriais.
Descobrir possibilidades gráficas.
Trocar repertório gráfico com os colegas.
Produzir interferências criativas.

Conteúdos
Desenho.
Texturas.
Grafismos.

Ano
Pré-escola.

Tempo estimado
Quatro a cinco aulas de 50 minutos.

Materiais necessários
Vários sacos opacos com objetos de texturas diferentes (pedras, tecidos, lixas, botões, grãos, folhas etc.); papel sulfite recortado em tamanhos pequenos; cartolina branca cortada em pedaços maiores que os de papel sulfite; pedaços de tecido, lixas, papelão ondulado, papel de seda ou outro material para suporte; molho de chaves; sino de mesa; casca de coco; sachês de chá de diferentes aromas e canetas hidrográficas pretas.

Desenvolvimento
Apresente toda a seqüência para que a garotada conheça o percurso e o destino das produções.

Atividade 1
Coloque os sacos plásticos com as diferentes texturas sobre uma mesa e peça para que as crianças coloquem a mão dentro e percebam a superfície deles. Depois de cada toque, elas devem desenhar em um pedaço pequeno de sulfite de acordo com a sensação que tiveram. Elas só poderão ver o que tem dentro depois.

Atividade 2
Ofereça suportes de diferentes cores, tamanhos e texturas. Solicite que todos fechem os olhos e produza estímulos sonoros e olfativos: chacoalhe chaves, toque um sino de mesa, bata na casca do coco e balance os sachês de chá próximo às crianças. A cada ação, peça que abram os olhos e façam um desenho, todos no mesmo suporte.

Atividade 3
Coloque as produções das atividades anteriores em dois sacos. Cada criança retira um pedaço de papel de dentro deles, escolhe um pedaço de cartolina para colá-lo e desenha com caneta hidrográfica preta com base nele. Esse papel já com a intervenção será o suporte de uma obra maior. Algumas crianças podem realizar um único trabalho enquanto outras, vários. O tempo de envolvimento de cada uma também é traço da marca pessoal. Por isso, as atividades precisam ser flexíveis para atender essas diferenças.

Avaliação
Observe as diferenças de resultados após os estímulos táteis, sonoros e olfativos e identifique a troca de repertório entre o grupo. Faça uma apreciação coletiva do que foi criado nas diferentes situações, identificando o uso de grafismos e texturas. Verifique as transformações nos desenhos realizados em várias situações e, quando julgar necessário, faça intervenções individuais.


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E se faz a....sombra!

Conteúdo 
Fenômenos da Natureza 

Objetivos 
- Oferecer situações de discussão e experimentação. 
- Identificar e entender alguns conceitos e suas variáveis, como objeto, fonte de luz e anteparo. 
- Agir sobre o conceito a ser estudado, por meio de investigação, levantamento de hipóteses, verificação prática e registro. 

Conteúdos 
- Luz e sombra. 
- Procedimentos de pesquisa, observação e registro. 

Ano Pré-escola. 

Tempo estimado 
Dois meses. 

Materiais necessários 
Lanternas, papéis diversos (cartolina, celofane, papel-manteiga, papel translúcido, papel-cartão, sulfite), máquina fotográfica, retroprojetor, lençol ou pano branco, TNT colorido e tecido grosso preto. 

Desenvolvimento 

1ª etapa Reúna todos numa sala e apague as luzes. Ilumine com uma lanterna as páginas do livro O Teatro de Sombras da Ofélia e leia para a garotada. É a história de uma senhora que tem a vida modificada depois que dá abrigo a um grupo de sombras. Estimule a discussão sobre por que e como elas aparecem. Elas só existem de dia ou de noite também? Nossa sombra fica sempre atrás de nós? Com essas informações, você já conseguirá saber o que o grupo conhece sobre o tema e que atividades poderão ser mais proveitosas para a turma. 

2ª etapa Com as hipóteses colocadas, proponha uma experiência. Desvie a lanterna para as mãos da meninada. Aproxime e afaste o facho de luz da parede, mostrando como a projeção diminui e cresce. Desligando a lanterna, levante a questão da dependência entre luz e sombra: uma existe sem a outra? É um bom momento para introduzir a nomenclatura correta, com palavras como objeto e anteparo. Depois de cada atividade, solicite que os pequenos registrem o que observaram, em relatos ou desenhos. 

3ª etapa Sugira brincadeiras como pega-pega de sombra, fotografia dela sobre diferentes superfícies (grama, terra, cimento) e manipulação do retroprojetor. Retome o livro de sombras sempre que houver interesse e converse sobre as situações. Com base nas questões levantadas, peça aos pequenos que elaborem hipóteses e as registrem no caderno. 

4ª etapa Organize experiências em grupo para testar as hipóteses cogitadas. Identifique com a classe as fontes de luz natural (primária) ou artificial (secundária). Coloque um objeto sob a luz do Sol e leve todos para observá-lo de hora em hora para ver o que aconteceu. Sugira que uma criança contorne a sombra no chão com giz. Outras podem anotar os horários de visita. Certamente surgirão discussões sobre por que ela muda de lugar, como ela cresce etc. 

5ª etapa Monte duas telas: uma com tecido grosso e outra com um bem fino. Acenda a lanterna do lado oposto ao que estão todos e peça que digam o que observam. Por que o anteparo feito com a trama fina deixa passar a luz e a grossa não? Explique o conceito e o fenômeno da absorção. Aproveite para introduzir a reflexão em superfícies como a do espelho e outras semelhantes. O que acontece quando a luz bate nelas? Será que as sombras precisam ser sempre pretas? Depois de ouvir as hipóteses, mostre papéis translúcidos e transparentes, colocando-os ora na frente da luz, ora entre a fonte e o objeto. 

6ª etapa Analise os registros e debata as hipóteses que foram comprovadas ou não. Tire conclusões com todos. Como escriba, anote tudo o que for dito e depois organize um relatório. Em roda, promova uma discussão coletiva sobre as conclusões tiradas dos experimentos que você registrou. Avaliação Mantenha um registro de todas as fases da atividade, levando em conta indicadores como o uso dos novos termos aprendidos em situações de brincadeira, o modo como cada um lança mão de desenhos ou descrições e socializa suas idéias em grupo, o levantamento de questões e formas de investigá-las, a curiosidade e o envolvimento com o tema trabalhado.

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Pasta das Plantas Medicinais

Idade: Pré de 5 anos

Tempo: 2 a 3 aulas

Espaço: Sala e pátio

Material:
Folha sulfite
1 galho ou folha de plantas que sirvam para curar
Uma pasta de catalogo

Objetivos:
Conhecer e saber o uso de plantas medicinais, aprenderem a coletar dados, trabalhar a expressão verbal e comunicação desenvolver trabalho em grupo e socializar.

Desenvolvimento da atividade:
Esta atividade deve ser promovida no final do ano (de preferência no mês de novembro) a professora envia como dever de casa, que com ajuda dos pais a criança pesquise, na vizinhança, com os avós ou amigos, tipos de plantas que os mais velhos utilizam para curar. E tragam para sala alguns exemplos.
No pátio a professora coloca os alunos em roda e dá um tempo para cada um relatar sobre as experiências que obtiveram.
Depois em sala dividimos os alunos em grupo de 4, entregue uma folha sulfite para cada um, cole a folha que trouxe e com ajuda do professor recolhe as folhas e monte uma pasta das plantas que curam.

Observação: Pode ser exibida na reunião dos pais.

Atividade pesquisada pelas alunas: Alda, Josane, Lídia e Marluce
Curso de Pedagogia Fesp/UEMG

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Poemas para cantar

Conteúdo 
Linguagem Musical 

Introdução 
Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra. 

Objetivos 
- Ampliar o repertório musical das crianças 
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas 
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas C

Conteúdos específicos 
Escuta musical 
Repertório musical 
Poesia 
Canções 

Ano 
4 a 6 anos 

Tempo estimado 
Um semestre 

Material necessário 
Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som. 
Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: 
CDs: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay. 

Desenvolvimento das atividades 
Ouvir canções em roda Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas. 
Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia. Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação. Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana. Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia. 

Avaliação 
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas escutando, o que não significa não gostar do que ouvem. É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. 
Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros? 
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de música?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

As dez mais da MPB

Conteúdo
Linguagem Musical

Objetivos
- Ampliar o repertório das crianças.
- Estimular a reflexão sobre a linguagem musical com base em um repertório significativo.

Anos
Pré-escola.

Tempo estimado
Quatro meses.

Material necessário
CDs e DVDs de MPB.

Desenvolvimento
1ª ETAPA
Selecione músicas do gênero MPB que contagiem as crianças pelo ritmo e pela sonoridade da letra. Em momentos de atividade livre, coloque na sala para que eles ouçam. Algumas sugestões: A Banda, de Nara Leão, João e Maria, de Chico Buarque de Holanda, Leãozinho, de Caetano Veloso, e Garota de Ipanema, de Vinicius de Moraes.

2ª ETAPA
Converse sobre as músicas ouvidas ao longo das atividades, perguntando às crianças quais são as canções preferidas. Escreva os títulos no quadro e organize uma votação para estabelecer as cinco favoritas.

3ª ETAPA
Proponha que perguntem aos pais quais são suas cinco músicas preferidas da MPB. Redija um bilhete para levarem para casa explicando seus objetivos. Compartilhe a escrita com as crianças: é fundamental que elas estejam motivadas para envolver os familiares na atividade.

4ª ETAPA
Depois de um levantamento das canções escolhidas pelos pais, reúna as cinco mais votadas e promova uma audição das músicas. Analise cada uma, verificando se possui qualidades adequadas para ser tocada em sala. Grave um CD e apresente à garotada. Proponha que eles cantem e decorem as letras.

5ª ETAPA
Promova situações de escrita dos títulos - ou das letras das canções, dependendo do nível da turma - para produção de um livro ilustrado. Textos memorizados, rimas, repetições e a melodia facilitam a escrita por crianças em fase de alfabetização inicial. Peça uma ilustração sobre cada canção.

6ª ETAPA
Grave um CD com dez canções - cinco escolhidas pelas crianças, outras cinco pelos pais. Encaminhe a escrita espontânea dos títulos na ordem em que aparecem na gravação para compor a capa.

Produto final
CD gravado com "As dez mais da MPB", acompanhado de livrinho ilustrado com títulos e letras.

Avaliação
Compare o conhecimento musical da turma antes e depois do projeto didático. O que mudou? As crianças demonstram maior atenção às características rítmicas? E quanto às letras? Houve memorização das canções preferidas? Verifique, ainda, em que medida as hipóteses de leitura e escrita também evoluíram.


Atividade pesquisada pelas alunas Andressa e Elisangela

Curso de Pedagogia da Fesp


Receita de papel mache

Genteee achei esse vídeo no youtube e achei bem fácil de fazer,eu fiz e deu certo!
Espero ter ajudado!
bjos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


Jogos matemáticos - Secretaria Municipal da Educação,

Click no link abaixo para ter acesso as informações sobre jogos matemáticos,dicas de atividades e muito mais:

SUGESTÕES DE JOGOS MATEMÁTICOS


SUGESTÕES DE JOGOS MATEMÁTICOS
1. JOGO DO TABULEIRO
- Material: tabuleiro individual com 20 divisões, um dado com pontos ou numeração, material de contagem para preencher o tabuleiro (fichas, tampinhas, etc).

- Aplicação: cada jogador, na sua vez, joga o dado e coloca no tabuleiro o número de tampinhas indicado no dado. Os jogadores devem encher seus tabuleiros.


2. JOGO TIRANDO DO PRATO
- Material: pratos de papelão ou isopor (um para cada criança), material de contagem (ex.: 20 para cada criança), dado.

- Aplicação: os jogadores começam com 20 objetos dentro do prato e revezam-se jogando o dado, retirando as peças, quantas indicadas pela quantidade que nele aparece. Vence quem esvaziar seu prato primeiro.


3. BATALHA
- Material: baralho de cartas de ÁS a 10.

- Aplicação: um dos jogadores distribui (divide) todas as cartas entre todos. Cada criança arruma sua pilha com as cartas viradas para baixo, sem olhar para as faces numeradas. Os jogadores da mesa (2, 3 ou 4) viram a carta superior da sua pilha e COMPARAM os números. Aquele que virar a carta de quantidade “maior” (número maior) pega todas para si e coloca num monte à parte. Jogar até as pilhas terminarem.

- Se abrirem cartas de mesmo valor, deixar na mesa e virar as próximas do seu monte.

- Vence aquele que pegar o maior número de cartas (estratégias: comparar a altura das pilhas, contar, estimar).


4. LOTO DE QUANTIDADE
- Material: dado com pontos, cartelas com desenhos da configuração do dado e fichas para marcar as cartelas sorteadas.

- Aplicação: cada jogador recebe uma cartela com três desenhos que representem uma das faces do dado. Na sua vez, joga o dado e se tiver na sua cartela um desenho IGUAL ao da face sorteada, deve cobri-la com a ficha. Termina quando alguém cobrir os três desenhos da sua cartela.


JOGO DO 1 OU 2 
- Material: dado com apenas os números 1 e 2, ou fichas em uma sacola (números 1 e 2).

- Aplicação: Cada jogador, na sua vez, joga o dado, ou retira uma ficha. O jogador lê o número e procura identificar em seu corpo partes que sejam únicas (ex.: nariz, boca, cabeça, etc) ou duplas (olhos, orelhas, braços, etc). Não pode repetir o que o outro já disse. Caso não lembre, a criança passa a vez. Jogar até esgotar as partes.


SACOLA MÁGICA
- Material: uma sacola, um dado, materiais variados (em quantidade).

- Aplicação: uma criança joga o dado, lê o número e retira da sacola a quantidade de objetos correspondente à indicação do dado. Passa a vez a outro jogador, até que todos os objetos sejam retirados da sacola. Podemos comparar as quantidades no final (mais/menos, muitos/poucos).


. FORMANDO GRUPOS
- Material: apito, cartazes com números escritos.

- Aplicação: as crianças se espalham em um lugar amplo, até que se toque o apito. A professora mostra um cartaz com o número e as crianças deverão formar grupos com os componentes de acordo com o número dito.

- Discutir: quantos conjuntos? Quantas crianças ficaram de fora?


O QUE É, O QUE É? 
- Material: uma sacola e os blocos lógicos (sugiro 4 peças diferentes).

- Aplicação: Selecionar as peças colocadas dentro do saco e mostrar às crianças. A criança coloca a mão no saco e através do tato identificará a forma que tateou. À medida que forem retiradas do saco, perguntar quantas ainda faltam.

- Variação: a professora coloca a mão, descreve e as crianças tentam adivinhar. Ex.: tem quatro lados do mesmo tamanho (quadrado).


. DEZ COLORIDOS
- Material: canudos coloridos, copos de plástico e cartões com as cores dos canudinhos disponíveis.

- Aplicação: as crianças formam grupos e cada uma retira de uma caixa maior um número determinado de canudinhos coloridos (ex.: pegue 10 canudinhos coloridos) e coloca em seu copo. Quando a professora sortear uma COR, os componentes colocam seus canudinhos da cor sorteada no centro da mesa. Solicitar que contem o total de canudinhos. Registrar os valores de cada grupo e recolher os canudinhos do grupo.

- Variação: o jogo pode ser individual (cada criança retira os canudos) e contam quem tirou mais / menos / mesma quantidade, etc.



-TABULEIRO:
Organização da Classe: Duplas.

Material: Um tabuleiro (um papel cartão retângular qaudriculado em 4 linhas e 6 colunas) para cada jogador ou dupla.

Regras

-Um dado e fichas ( tampinhas, botões, grãos ) para cada jogador

-Cada jogador na sua vez joga o dado e coloca no tabuleiro o número de tampinhas indicado no dado.

-Vence o jogador que encher seu tabuleiro primeiro.


Sugestões de Jogos retiradas do blog:http://atividadedeprofessor.wordpress.com/2008/07/11/sugestoes-de-jogos-para-trabalhar-a-construcao-do-numero-na-educacao-infantil/


Jogos e Registros 
Conversa sobre o jogo: Este é o momento no qual, acabado o jogo, o professor senta em círculo com os seus alunos e conversa com eles sobre ele: Como foi jogar? Quem gostou e por que? Quem não gostou? Todos jogaram adequadamente? O que poderia ser melhor? Todos respeitaram as regras? Quais eram as regras? etc.
O professor aproveita para falarem sobre cooperação, vencedor, perdedor, se pode transgredir as regras combinadas, etc. Também é aqui que se propõe um plano de quando voltarão a jogar novamente. Nesse momento é fundamental que todos sejam estimulados a falar e a ouvir quem fala.

Desenho do jogo: Este é um recurso adequado para podermos auxiliar a criança a registrar o que fez, o que lhe foi significativo, tomar consciência de suas percepções.O desenho dará ao professor a percepção de que aspecto do jogo cada aluno desenhista percebeu com mais força sobre a atividade que realizou.O professor não deve assustar-se se os primeiros desenhos das crianças forem incompreensíveis, pois os seus registros gráficos evoluem conforme elas aumentam sua compreensão do jogo.O desenho aqui deverá, finalmente, ser visto como uma forma de comunicação, como parte importante da percepção espacial, como uma possibilidade da criança iniciar uma representação gráfica sobre as ações que realiza. 

Os relatórios coletivos: O relatório é um texto a ser organizado para registrar por escrito as percepções dos alunos sobre o jogo. Ele pode ser feito coletivamente ou individualmente se os alunos já escrevem. Caso não saibam escrever, o professor assumirá o papel de escriba, porém, quem cria o texto registrado pelo são os alunos.


Primeiramente, o professor faz uma lista das idéias referentes ao jogo realizado (isso servirá como fio norteador para o professor e os alunos). Depois, convida as crianças para ajudarem na elaboração do texto ou relatório.

Durante a elaboração, professor intervém propondo discussões sobre a escrita e pontuação das palavras. Além disso, o professor deve estar atento para que as informações que aparecem no texto estejam sendo explicitadas de forma clara e coerente com a ordem dos acontecimentos. 

Ao final, o texto é lido para que as crianças possam retomar o que foi relatado e verificar se todas as informações já foram discutidas e se tudo que desejavam relatar aparece no texto. 

Finalmente é feita uma matriz do texto onde cada criança assina e posteriormente é feita uma cópia para cada uma e faz-se uma leitura final do texto em grupo.O fundamento de todo este processo de registro é que, além de permitir que as crianças percebam que podem falar e escrever sobre o que aprendem e realizam, o trabalho com qualquer uma das sugestões acima auxilia a classe a fazer um exercício de "volta à calma" após a realização do jogo que costuma agitá-los muito.

Três dicas espertas!


1. O dado é um recurso de grande relevância no ensino da matemática. "É importante usar dados com bolinha e depois com o número grafado, pois a criança não sabe o que é o algarismo e, portanto, precisa de uma referência quantitativa, o que só irá aprender por meio da relação. Isto é, a criança não vai aprender sem visualizar o algarismo e vice-versa".
2. Promova atividades em grupo ou duplas para socializarem os saberes.
3. Faça sempre o registro ao  final do jogo ou brincadeira, seja ele escrito ou falado.

Texto baseado nos sites: 
http://www.mathema.com.br/default.asp?url=http://www.mathema.com.br/e_infantil/jogos/_display.html
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/92/artigo189614-1.asp

Outras sugestões criativas:
http://roze.pbworks.com/w/page/8355931/Atividades-de-Matem%C3%A1tica
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=25483
http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/matematica2.htm

Matemática na Educação Infantil

 Inserindo a Matemática
na Educação Infantil

Existem muitas formas de conceber e trabalhar com a matemática na Educação Infantil. A matemática está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizo o meu pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis. Uma criança aprende muito de matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes, organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e descobrem a matemática. Contudo, é importante pensarmos que tipo de materiais podemos disponibilizar para as crianças a fim de possibilitar-lhes tais descobertas. 
Existem no mercado diversos materiais que podem ser utilizados pelos professores para enriquecer o contato com o universo matemático. São músicas, livros de histórias infantis, encartes de revistas, brinquedos e jogos pedagógicos, que podem ser facilmente encontrados e que permitem à criança o contato com os números, com as formas, com as quantidades, seqüências, etc. Além desse material, é possível que o professor crie seu próprio material de trabalho, confeccionando quebra-cabeças, seqüências lógicas, desenvolvendo atividades com ritmo, oferecendo palitos e outros materiais, propondo jogos e brincadeiras e possibilitando a criação das crianças.
Quanto ao trabalho com os números, é importante compreendermos que estes são símbolos que representam graficamente uma quantidade de coisas que poderiam ser representadas de outra forma. Assim, antes de descobrir os números, é importante ajudarmos as crianças: dizer quantos têm, mostrar nos dedinhos e brincar com tudo isso. 


O importante é que o professor perceba que pode trabalhar a matemática na Educação Infantil sem se preocupar tanto com a representação dos números ou com o registro no papel, pode colocar em contato com a matemática crianças de todas as idades, desde bebês. Podemos pensar a matemática a partir de uma proposta não-escolarizante, que permita à criança criar, explorar e inventar seu próprio modo de expressão e de relação com o mundo. Tudo o que temos que fazer é criar condições para que a matemática seja descoberta, oferecer estímulo e estar atentos às descobertas das crianças.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Organizacao do Espaço e do Tempo

Programa do Curso de Pedagogia Unesp/Univesp, integrante da disciplina de Educação Infantil D13 -- Abordagens Curriculares.
A organização do espaço e do tempo faz parte dos Parâmetros Básicos de Infraestrutura para Instituições de Educação Infantil (MEC) e é responsável pela rotina das crianças. A equipe da UnivespTV visitou duas escolas, em São Caetano do Sul (SP) e Brasília (DF), onde este conceito é bem aplicado. A visão de especialistas no assunto reforça sua importância para o desenvolvimento infantil.




Educação Infantil: Cuidar, Educar e Brincar

Programa da disciplina Fundamentos e Princípios da Educação Infantil. As especialistas em educação infantil Beatriz Ferraz e Tizuko Morchida analisam situações de cuidado, educação e brincadeira com crianças pequenas em creches e pré-escolas. Fomos a algumas escolas para mostrar na prática que o educar está associado em diversas atividades realizadas na educação infantil - no banho, na troca de fraldas, na alimentação e higiene. Mostramos também que a brincadeira é o eixo da educação infantil e que a partir dela a criança também aprende.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Importância da disciplina da Prática de ensino de Educação infantil

A contribuição da disciplina Prática de Ensino para o curso de Pedagogia é de fundamental importância dentro do processo de construção de diferentes saberes sobre ensino-aprendizagem, que nos são oferecidos em conjunto com as disciplinas de Fundamentos. Trabalhar estes conceitos de maneira objetiva, tendo sempre o respaldo de teóricos que venham a contribuir de maneira significativa, elevando a nossa prática e nos fazendo superar o nível de senso comum. Assim, este artigo em especial, tem entre seus objetivos revelar a importância da disciplina Prática de Ensino dentro do curso de Pedagogia bem como idéias e experiências vivenciadas na pré-escola, levando os leitores a uma reflexão e buscando deixar uma mensagem de esperança. Esperança no futuro da Educação Infantil do nosso país.

Palavras Chave: conhecimento, construção, planejamento, educação infantil,Movimento.



1. INTRODUÇÃO

A disciplina de Prática de Ensino nos acompanha desde o 3º semestre do curso de Pedagogia e em conjunto com a disciplina de Fundamentos nos revelam caminhos entre a teoria e a prática pedagógica.
Sendo este um dos grandes desafios a serem superados, pois na teoria quase sempre se diz uma coisa, e na prática as coisas tendem a mudar, busquei no decorrer do curso conciliá-las e encontrar um caminho que me levasse a algumas respostas.
Muito se aprende nesta disciplina, mas o aprendizado é doloroso, pois implica em fazer mudanças interiores. Muitas horas dedicadas à leitura de livros, resenhas, análises reflexivas sobre a nossa prática, enquanto acadêmicas e no meu caso como profissional também, atuando na área já há 10 anos. É todo um reconstruir em cima de conceitos cristalizados onde o novo tende sempre a assustar um pouco.
Penso que a disciplina de Prática criou em mim muitos conflitos interiores, comecei a repensar muito a minha forma de trabalhar, me dei conta da pouca leitura que tinha e do pouco conhecimento científico que possuía acerca dos teóricos em questão. Senti necessidade de mais leitura, pois para realizar um projeto faz-se necessário conhecer um pouco mais das teorias, e tudo isso acabou fazendo com que eu mudasse a minha forma de pensar Educação. Hoje, sei que valeu a pena, me sinto mais segura e consciente do meu papel como pedagoga.


2. DESENVOLVIMENTO:

A concepção de Infância é um conceito que varia muito de cultura para cultura. “A idéia de infância [...] não existiu sempre, e nem da mesma maneira. Ao contrário, ela aparece com a sociedade capitalista, urbano – industrial, na medida em que mudam a inserção e o papel social da criança na comunidade”.(KRAMER, 1992, p19).
Para trabalhá-la em uma perspectiva histórica temos que compreendê-la como resultado de relações sociais que produzirão uma consciência das particularidades infantis.
Aqui no Brasil este conceito de Infância foi construído a partir das relações sociais estabelecida que não levava em conta a essência ou natureza da criança, pois se vivia em um processo de desenvolvimento e urbanização, favorecendo o surgimento da miséria e da pobreza.
Com isto, as mais prejudicadas foram às crianças surgindo às creches e asilos mantidos por serviços de filantropia para que as mães pudessem trabalhar, sem, no entanto haver nenhum compromisso com o pedagógico.
No dias atuais, a constituição de 1988, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a proposta de Política de Educação Infantil elaborada pela COEDI/MEC e, por último, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394), de 20 de dezembro de 1996, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seu aspecto físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade (artigo 29).
Penso que a função da pré-escola deva ser pedagógica, pois mais importante do que alfabetizar a criança é prepará-la para esta alfabetização oferecendo um ambiente rico em estimulações, que sem dúvida são essenciais ao desenvolvimento psicomotor pleno e saudável. “Uma criança cujo desenvolvimento psicomotor ocorre harmoniosamente, estará equipada para uma vida social próspera”.(DE MEUR e STAES, 1989, p.19).
A escola escolhida para a aplicação do projeto foi a E.E.B. Luiz Delfino, localizada no bairro Petrópolis, na cidade de Blumenau. As 23 crianças tinham entre 5 e 6 anos de idade e estudavam no turno vespertino.
Com exceção do período de observação no semestre passado, nunca havia tido nenhum contato com a pré-escola. Sei achei que lá era lugar de brincar e de fazer desenhos. Hoje, tudo mudou, inclusive a minha concepção sobre brincadeiras e sobre os desenhos.

“Quando brinca a criança assimila o mundo a sua maneira, sem compromisso com a realidade, pois sua interação com o objeto não depende da natureza do objeto, mas da função que a criança lhe atribui”.(PIAGET apud KISHIMOTO, p59).


O projeto caminhou pela rotina na pré-escola, onde através de atividades diferenciadas buscou-se quebrar com a monotonia do dia-a-dia. Para mim foi uma experiência bastante nova, pois pude perceber o quanto à linguagem e a interação são importantes numa turma de pré-escola. Uma vez que eles não usam a escrita, a fala acaba tornando-se um dos instrumentos mais valiosos para que a comunicação aconteça.
Para Vygotsky a linguagem é entendida como um sistema simbólico fundamental em todos os grupos humanos, elaborada no curso da história social, que organiza os signos em estruturas complexas e desempenha papel imprescindível na formação das características humanas. (REGO, 1999, p.53).
De fato entendi a sua importância e acredito que muito contribuirá para minha prática daqui para frente. É interessante observar que existem muitos tipos de linguagens: oral, pictórica, gestual, mas eu só via a linguagem escrita, que nada mais é do que o produto final de todas as linguagens citadas anteriormente.
Foram dias muito agradáveis onde voltei a ser criança, participei das brincadeiras, dancei, cantei, liberei de forma despreocupada a criança, já um pouco adormecida dentro de mim.
Muitas coisas me chamaram a atenção durante o estágio: o depoimento de uma criança que disse que a sala de aula era muito bonita e colorida, mas quem fazia tudo era a professora, a sinceridade de outra que no último dia do estágio disse já estar cansada de fazer roda. Uma outra criança, que apesar de possuir uma oralidade perfeita, tinha problemas sérios de coordenação motora ampla e fina. 
Durante a avaliação, que sempre era feita no final de cada dia, uma das crianças disse ter adorado a organização das carteiras (uma de frente para outra), pois se podia olhar no rosto do amigo.
Aprendi também a importância de se fazer avaliação junto com os alunos, não aquela avaliação clássica com o objetivo de medir, pois “é preciso analisar criticamente essa prática, pois o fato de os alunos serem o único “objeto” da avaliação revela a estrutura de poder e autoridade da grande maioria das instituições escolares”. (KRAMER, 1989, p.94).
Pude perceber um universo muito grande dentro de uma sala de aula, basta que estejamos atentos, sabendo como e de que maneira interferir.

3. CONCLUSÃO:

Ao longo deste artigo evidenciou-se a importância da disciplina Prática de Ensino, bem como das disciplinas de Fundamentos da Pré-Escola para minha formação como pedagoga. Muitos teóricos foram lidos, tendências pedagógicas citadas e caminhos apontados. Consegui, ao longo deste semestre perceber a importância de ter claras as minhas concepções de aprendizagem, construídas ao longo destes quase quatro anos de graduação.
“A motivação para aprender nada mais é do que o reconhecimento, pelo indivíduo, de que conhecer algo irá satisfazer suas necessidades atuais e futuras [...] uma pessoa motivada para aprender constrói o conhecimento mais prontamente do que uma sem motivação” (DAVIS & OLIVEIRA, 1993 p.84 e 85).
Construí conhecimento ao longo destes anos, mas tenho bem claro que ainda não foram suficientes. Muitos outros livros me esperam, teóricos que desconheço, concepções, métodos, caminhos a seguir. 
Afinal escolhi a educação e não dá para imaginá-la sem conhecimento, busca, novidades, movimento.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DAVIS, Cláudia, OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na Educação. 2ªed. São Paulo: Cortez, 1993.

DE MEUR, A, STAES, L. Psicomotricidade educação e reeducação. São Paulo: Manole, 1989.

KISHIMOTO, Tizuko M. Jogo, brinquedo e brincadeira e a educação. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 1997.

KRAMER, Sonia. A política do pré-escolar no Brasil: a arte do disfarce. São Paulo: Cortez, 1996.

KRAMER, Sonia. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ática, 1989.

REGO, Teresa Cristina. Vygotsky – uma perspectiva histórica cultural da educação. 7ªed. Petrópolis: Vozes, 1999.